Perguntas Frequentes

Como medir uma cortina?

A cortina precisa ter no mínimo, 30 cm a mais que a janela na largura e 45 cm a mais na altura. O varão deverá ser fixado a 15 cm da parte superior da janela, sendo que o suporte do varão ficará preso à parede a uma distância de 15 cm das laterais da janela e as ponteiras a 5 cm de cada suporte.

Em caso de instalação em janelões, portas de vidro ou de ambientes estreitos, o ideal é uma cortina que ocupe toda a parede.

Neste caso, a cortina deve ter a largura da parede e 5 cm a menos de altura da parede, pois a distância do varão para o teto não deve ser inferior a 5 cm, evitando que a cortina encoste no teto. Os suportes do varão podem ser presos às paredes laterais.

Essas são sugestões ideias para uma harmonização perfeita do ambiente onde serão instaladas as cortinas.

Principais tipos de pregas para cortinas

  • Prega americana: É o modelo mais clássico, com detalhes feitos com três pregas agrupadas. Pode ser utilizada em trilho ou varão. Geralmente é usada com forro, o que favorece o caimento, proporcionando um efeito volumoso.É o modelo mais clássico, com detalhes feitos com três, proporcionando um efeito volumoso.

 

  • Prega macho: Com este tipo de prega, o volume do tecido se concentra na frente, proporcionando um caimento reto e elegante. É feito com duas dobras unidas, em sentido oposto, no cós da cortina. Pode ser usada em varão ou trilho. Também é indicada para xales laterais. O efeito final é de uma cortina volumosa, sem utilizar muito tecido.

 

  • Prega fêmea: Também é formada por duas dobras, em sentidos opostos, porém o volume dos tecidos cai para trás, proporcionando à cortina um caimento reto. O modelo é mais utilizado nas salas de estilos clássicos devido a seu caimento. Assim como as anteriores, pode ser usada em varão ou trilho.

 

  • Prega Wave: As dobras ficam intercaladas nos dois sentidos e produzem um efeito maior de ondulação. O volume é evidente na parte superior da cortina e o restante do tecido fica mais liso.

 

  • Passante de tecido: São alças feitas com o próprio tecido da cortina e é utilizada apenas com varão, que fica à mostra. Seu uso é essencialmente decorativo, já que não costuma deslizar bem sobre o varão. É bastante usada em cozinhas, lavanderias e lavabos.

 

  • Argolas: São outro tipo de acabamento que deixa o varão à mostra. As argolas presas ao varão suspendem o tecido, permitindo uma melhor movimentação e acabamento em franzidos. São bastante usadas em forros e blackouts.

 

  • Ilhós: Assim como as argolas, os ilhoses são usados apenas em varão, deixando-o visível. É um dos sistemas mais utilizados popularmente. Seu acabamento gera um ondulado semelhante à prega Wave, tornando a cortina mais volumosa e, consequentemente, destacando-a.

Tamanho ideal para cortinas

A cortina precisa ter no mínimo, 30 cm a mais que a janela na largura e 45 cm a mais na altura. O varão deverá ser fixado a 15 cm da parte superior da janela, sendo que o suporte do varão ficará preso à parede a uma distância de 15 cm das laterais da janela e as ponteiras a 5 cm de cada suporte.

Em caso de instalação em janelões, portas de vidro ou de ambientes estreitos, o ideal é uma cortina que ocupe toda a parede.

Neste caso, a cortina deve ter a largura da parede e 5 cm a menos de altura da parede, pois a distância do varão para o teto não deve ser inferior a 5 cm, evitando que a cortina encoste no teto. Os suportes do varão podem ser presos às paredes laterais.

Essas são sugestões ideias para uma harmonização perfeita do ambiente onde serão instaladas as cortinas.

Altura ideal para fixar o varão da cortina

ERRADO: se a janela for baixa e você instalar o trilho ou o varão logo acima dela, a impressão será de achatamento do pé-direito do ambiente.

CERTO: se o pé-direito for bem alto, instale a cortina a meio caminho entre o teto e a parte superior da janela. Usando varões, é mais fácil regular a altura. Para obter efeito de amplidão, um bom truque é deixar a cortina bem no alto. Neste caso, a melhor opção é usar um trilho ao invés do varão.

Algumas dicas da Angelina:

  • O comprimento de uma cortina, também faz toda a diferença no ambiente. Normalmente a cortina apenas toca o chão. Se houver sobra (chamada de arraste), deve ser de no máximo 4 cm. As cortinas longas são mais elegantes, porém, a decisão de encostarem ou não no chão, é pessoal. Caso você opte por deixá-la encostar no chão, é bom se atentar para que a mesma não prejudique a circulação e não acumule sujeira. O ideal é que toquem levemente o piso.
  • Sempre prefira cortinas com barras duplas com no mínimo 20 cm para um caimento impecável.
  • Nas laterais, o ideal é ter 5 cm em cada lado da cortina.

Qual o melhor tipo de cortina?

Cortinas tem um papel importante nos ambientes seja garantir a privacidade, controlar a luminosidade ou ruídos externos ou, somente, decorar o cenário. A escolha do modelo de cortina ideal para o ambiente depende essencialmente dessa informação, pois só a partir disso você poderá definir os melhores tecidos, tamanhos e estilos.

  • Cortina de trilho: As cortinas de trilho ficam presas a um trilho, como diz o nome. O trilho é uma régua metálica presa no teto ou parede, onde correm as pequenas peças deixando a cortina pendurada. Ela é ideal para situações em que a parte de cima da cortina fica embutida, pois o trilho pode ou não ficar escondido, de acordo com a preferência.
  • Cortina de varão: As cortinas de varão ficam penduradas em uma haste com forma cilíndrica. Essa haste, por sua vez, fica apoiada em suportes presos na parede ou teto, pode ser simples ou duplo em caso de cortina e forro. Se a cortina ficar pendurada no varão através de argolas aparentes, acima da cortina, ela é uma cortina de argolas. E se tiver furos na parte superior do tecido, por onde passa o varão, ela é uma cortina com ilhós. 

**As persianas que usam tecidos também são chamadas de cortinas:

  • Cortina rolô: A persiana rolô tem esse nome por ser “enrolável”. Ou seja, ela vira um rolo sobre a janela quando está aberta. Isso permite que a janela fique totalmente aberta sem ocupar muito espaço. E quando está fechada, ela é basicamente um painel, mas pode ter vários efeitos diferentes dependendo do tecido utilizado. Existe, por exemplo, a opção de fazer faixas no tecido, com uma parte mais translúcida do que a outra. Outra possibilidade interessante é usar o tecido “screen”, que bloqueia a entrada de raios nocivos do sol mas mantém certa transparência.
  • Cortina Rolô Stillo: Essa é basicamente a persiana rolô normal, porém com dois painés ao invés de um só. A persiana fica mais encorpada e surge um efeito de movimento na hora de abrir a persiana quando se usa o tecido com faixas.
  • Cortina romana: Quando está fechada parece apenas um painel simples, com apenas algumas linhas horizontais quebrando a monotonia do visual. Essas linhas na verdade são divisões da persiana, que quando se abre faz uma forma no tecido similar a uma gota, que vai se encaixando uma na outra em camadas. E ao ficar totalmente aberta, fica um pequeno painel na parte de cima. É uma alternativa visualmente interessante quando se quer algum requinte e elegância na decoração.
  • Cortina diamond: As persianas diamond são muito leves e versáteis. Motorizadas, seu uso é pelo controle remoto.São duas camas de tecido bem transparente, na frente e atrás de lâminas na horizontal. Isso faz com que ela se pareça com uma persiana horizontal, porém com visual mais leve, por ser feita de tecido e por não precisar de cordas de sustentação, já que o tecido transparente funciona como sustentação. Então as chapas horizontais da persiana parecem estar flutuando. E a versatilidade é porque ela funciona como uma persiana horizontal realmente, podendo ficar com as chapas horizontais totalmente abertas ou fechadas, ou então apenas viradas no ângulo que se quiser, permitindo a entrada parcial de luz.
  • Cortina painel: A persiana painel corre para os lados, como se fossem grandes divisórias. Cada painel é liso, e composto por apenas uma lâmina de tecido. É uma boa opção para janelas muito largas, pois os painéis podem ser grandes e ficarem sem espaços entre um e o outro. Nas persianas rolô, diamond ou romanas, por exemplo, ficam pequenos vãos entre uma persiana e outra, para que elas possam subir livremente. 

*Tipo de persiana

As persianas diferem das cortinas por terem formas mais geométricas, mais retas do que o tecido solto. Elas podem ser feitas com materiais mais rígidos, como madeira, PVC ou alumínio, por exemplo, ou então com tecidos em chapas. Com esse visual mais reto elas conferem sensação mais moderna aos espaços.

O acionamento das persianas pode ser feito manualmente, puxando a cordinha, ou então automaticamente, por controle remoto. O sistema de abertura por controle remoto é bem mais caro do que o sistema manual, mas o conforto e manutenção são também maiores. Confira quais são os principais tipos de persianas disponíveis atualmente no mercado:

  • Persiana vertical: Feita com chapas dispostas na vertical, uma ao lado da outra. Quando aberta, essas chapas se acumulam nas laterais. E mesmo antes de ser aberta, as lâminas verticais podem ser giradas, para ficarem perpendiculares umas às outras, com um pequeno espaço entre elas. Assim ela permite a entrada de luz e a visibilidade parcial, com um efeito diferenciado. 
  • Persiana horizontal: Similar à persiana vertical, porém com chapas dispostas na horizontal, uma sobre a outra. A vantagem é que ao ser totalmente aberta não é ocupado nenhum espaço na lateral. Então a janela pode ficar totalmente exposta. Por outro lado, pode não ser a melhor opção para portas ou divisórias, pois precisa ser sempre totalmente aberta para permitir a passagem.
  • Persiana plissada: A persiana plissada é também chamada de “plissê”, e tem basicamente forma sanfonada. Por isso ela tem riscos horizontais em toda a sua extensão, que trazem um visual que lembra a persiana horizontal quando aberta, porém que fica lisa quando está fechada. Ela pode ser feita em forma quadrada ou retangular, como as outras cortinas, ou então em ângulo, para janelas com formas irregulares. 
  • Persiana celular: A persiana celular também parece ser sanfonada, porém ela não tem apenas um tecido em ziguezague, e sim dois, um na frente do outro, ligados de forma a formar pequenos losangos ou hexágonos na lateral. É basicamente como se fosse a versão dupla da persiana plissada. Por isso existe uma proteção maior em relação aos raios solares e aos ruídos. Outra característica da persiana celular é a versatilidade, já que ela pode ter vários tecidos na mesma persiana, sendo possível escolher qual fica aberto e qual fica fechado.
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